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O futuro e o HTML 5

O futuro e o HTML 5

FLASH morreu e viva o HTML 5?  Neste fim de semana constatei que a história não é bem essa. Pode ser que  tenhamos novos players para páginas da web em HTML 5.  No mais, o futuro é uma grande incerteza.

O que eu vejo agora? Uma linguagem muito bem fundamentada com ótimo histórico, esse seria o FLASH.   Embora, depois do susto  que  Jobs e HTML 5deram na ADOBE  tem-se expandido a promessa de melhora.  Não acho ruim que o HTML 5 tenha surgido, aliás a ADOBE estava precisando de algo que a intimidasse para melhorar as condições do FLASH nas questões de SEO e segurança.  Acontece que Jobs quer uma tecnologia que acabe com o FLASH devido a sua sujeição à violabilidade  e alto custo de desempenho.  Bom, essa conversa existiu quando surgiu o DHTML e o AJAX, e continua por aí.  Entretanto, o FLASH consegue proporcionar, para quem não programa e não quer programar,   animações de alta qualidade sem  muito  esforço. Isso é de fato uma das características que se sobressai no software.

Concluí também que o HTML 5 é dono de uma  grande  instabilidade, já que ainda está “engatinhando” –  além de   pesar  para a  máquina.  Rodei aplicativos com 3D básicos em HTML 5 que chegou a  consumir  40% de um núcleo do processador!  Claro que também já existem APIs para auxiliar . O O3D da Google é uma ótima referência para isso. O famoso THE BEACH para o O3D rodou utilizando 10% da máquina.   O engraçado disso tudo é que Jobs defende o uso do HTML 5, porém, seus Iphones mal suportam o peso que tem a aplicação.  Dúvida?  Quem possuir um Iphone basta acessar o site da Apple na parte dedicada ao Ipad: https://www.apple.com/ipad/.

No computador, basta abrir seu gerenciador de tarefas e  verá que  no momento de transição da imagem o processador  sofrerá  um “belo pico”.  Aqui, por exemplo, em meu processador saía de 4% de uso do FIREFOX para 35%!  Já o  mesmo efeito de transição no Flash tem um custo para o  processador que não chega à 5%. Nem aplicações em touch funcionam como desculpa.  No site The Flash Blog há vários exemplos. Em nenhum deles houve a necessidade de reescrever códigos para rodar Flash perfeitamente com touchhttps://theflashblog.com/?p=2027. No mais deixo para vocês tirarem suas próprias conclusões!

Jorge Urresta Neto
[email protected]