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Missão Europa 1

Missão Europa 1

Para dividir com vocês, leitores do MarkBlog e twitteiros seguidores do “@marketeria”, um pouco da minha aventura no velho continente vou tentar descrever um pouco de cada dia. A Quarta Feira já começou um pouco tumultuada, pois enquanto eu tentava fazer meu check list pessoal de itens da viagem, dividia o tempo com a organização de trabalhos na Marketeria. Pequenos entraves com a viatura que meu irmão utilizaria para me levar até o Aeroporto Afondo Pena, na Grande Curitiba, mas rapidamente resolvidos.
Como não tenho o hábito de utilizar com freqüência o transporte aéreo, tinha esquecido o quanto é moroso o processo de chek in, filas lentas que parecem durar uma eternidade quando se está com uma dor constante no ombro. Uma breve pausa para o almoço, que por sinal se você escolher o lugar errado, pode pagar mais caro que restaurante de luxo. Não foi o caso! Comemos bem e por um preço justo.

Hora de se separar da galera que me levou no Aeroporto. Agora é só eu e minha mochila. O que poderia dar errado com um marmanjo como eu? Quase que deu uma zica gigante já no embarque. Imagine um passageiro ansioso para embarcar, pois estava dormindo sentado na cadeira (a famosa lomba depois do almoço). Some a isso uma controladora de embarque desatenta e lá estava eu DENTRO do avião errado! Se não tivesse um passageiro na mesma poltrona que indicava a minha passagem eu seguiria pra São Paulo quando na verdade eu tinha que ir para o Rio de Janeiro. Enfim… passado o entrave, embarquei no avião certo e sim, cheguei na cidade Maravilhosa.

Pelo horário que cheguei no Rio, não deu tempo pra quase nada, pois logo segui para o check in Internacional, do vôo rumo a Madrid e Milão. Na hora do embarque percebi que, especialmente os espanhóis, não gostam muito de respeitar filas. Como eu sou um sujeito que se adapta bem em qualquer situação logo dei o troco. Lógico que o fato de eu estar numa lonely trip me dá uma boa autonomia para ações com esta.

Uma observação sobre o avião da Iberia que faz essa linha intercontinental: Impressionantemente grande! Dimensões que, diferente dos vôos domésticos, na decolagem a gente quase não sente a velocidade impulsionada pelas gigantes turbinas da BOEING. Na minha última viagem, ao Equador, o avião era de menor capacidade.

No momento que escrevo este texto, já trabalhei um pouco no texto institucional de um cliente e só parei porque estavam servindo o jantar. “POLLO” o “PASTA”.

Acreditem, comida de avião tem seu valor! Estamos a horas voando e parece que o tempo não passa. Eu olho pro painelzinho que ilustra em que ponto da viagem estamos e parece que ele empacou na Bahia!!!

O objetivo agora é tentar dormir um pouco nessa “confortável” poltrona da classe turística (me sinto no banco do Gurgel Super mini) pra ver se consigo ganhar algumas horas de sono. A situação fica de chorar, quando o passageiro da frente resolve diminuir o pouco espaço que tinha reclinando seu banco e o passageiro do lado é um espanhol meio espaçoso.

Paginando a revista do avião vi como são as poltronas da classe executiva! Olha… é de se pensar sériamente na próxima viagem hein!

Jorge Urresta Neto
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