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Passou na Mark – Jorge Urresta Neto

Passou na Mark – Jorge Urresta Neto

“Quem planta uma mudinha de eu acho, colhe um pezinho de quase deu”. É com essa célebre citação que começamos a nossa última entrevista da série “Conheça os Marks”. Para finalizar, ninguém menos que ele, nosso CEO, popularmente conhecido como chefíneo, Jorge Urresta Neto. Antes de você ler a entrevista, precisa saber que ele é um dos caras mais legais que a gente conhece (e pare de dizer que somos puxa-saco, porque é real). Como chefe, sempre nos dá a liberdade de ser, de criar, de viajar (literalmente falando, em alguns casos) e não nos limitarmos apenas em nossas funções. Como ser humano, tem a paciência de um monge budista, amor por catioros, por jiu-jitsu, por cantar, enfim, desconfiamos que não há nada nesse mundo que o Jorge não saiba fazer. Aliás, essa é uma das coisas que ele valoriza e sempre diz “ainda bem que eu sei fazer isso”. Bom, eu vou ficando por aqui antes que comece a complicar pra mim e te convido a conhecer mais sobre ele, que é a alma desta agência!

Mark – Por que você sempre autoriza as nossas ideias malucas? Você acredita que essa liberdade contribui para o nosso desenvolvimento profissional e pessoal? (Pra quem não sabe, essa série de posts não agradou muito no início, mas ele deixou a gente fazer assim mesmo <3).

Essa pergunta já veio quase que acompanhada de uma resposta, né? Vamos lá… Sei que é meio cliché, mas sabe a história de que duas cabeças pensam melhor que uma? É mais ou menos por aí. Meu papel aqui na Marketeria é quase que de um moderador, procuro sempre escutar as ideias de todos e se os argumentos estão bem fundamentados (normalmente estão) eu abraço a causa. Nossa equipe é formada de gente muito boa, cabeças pensantes que vão além de meros executores. Uma “biodiversidade” de perfis que me proporciona um aprendizado constante através da troca diária de informações. Enfim, eu realmente acredito que essa fórmula é um dos ingredientes para que sejamos muito competentes em tudo que nos propomos a fazer.

 

Mark- Se o Jorge de hoje pudesse dar um conselho para aquele Jorge recém-formado em Publicidade, qual seria?

Acho que seria: “Adquira o máximo de repertório que puder”. É importante entender que tudo é experiência e sempre traz algum benefício. Não apenas no ambiente de trabalho, mas no seu dia-a-dia. Ir pra balada, comprar um pãozinho na padaria da esquina, viajar… Toda experiência vai te tornar uma pessoa mais completa. Mas se for para pontuar algo mais específico eu diria: “Procure aprender de tudo um pouco. Ser multidisciplinar no mercado hoje é uma questão de sobrevivência.”

 

Mark- Sabemos que a Mark é um sonho pra você e que como todo sonho, exigiu sacrifícios. O que te fez não desistir?

Hummm… A teimosia (rs), ou pra ficar mais político, a persistência. Tinha gente muito próxima que não acreditava que a Marketeria tinha futuro, então acho que tomei isso como incentivo “ah é? Pois então você vai ver. Eu vou fazer isso dar certo”. Por outro lado tinha a torcida a favor, igualmente de pessoas muito próximas (alguns hoje não estão mais nesse plano), mas sem dúvida tiveram papel fundamental para que eu não desistisse.

 

Mark – O que você procura em um profissional hoje? O que é essencial para ser um Mark? 🙂

Acho que essa eu meio que respondi antes, né? Mas resumindo em adjetivos: curioso, proativo, honesto e engajado.

 

Mark – Uma agência pequena que funcione ou uma grande agência que só tenta ser?

Nesse caso o conceito de grande ou pequena é bem relativo. O que importa mesmo é um modelo de negócio sustentável, capaz de entregar aos clientes o que eles necessitam, com uma equipe de trabalho satisfeita (esse é o mais difícil, né, Marks) e com uma liquidez que permita planejar um crescimento.

 

Mark – Por que adotar um modelo não tradicional de organização dentro da agência?

Justamente para tornar possível o que comentei na resposta anterior. Os feedbacks dos clientes e a nossa própria história me fazem acreditar que tem sido uma boa estratégia.

 

Perguntinhas #vamodale:

Pantone do coração:

Sério? Pode ser CMYK ou RGB? Sou eclético demais pra ter um só (rs)

Uma fonte:

Os Jedis da criação vão me matar aqui, mas sou do tempo que rotis caia super bem.

Um meme:

Pode ser um meu? “Deus ta vendo!”

Uma música chiclete de verão: 

Deste? Não tem como ser outra né (rs) “Meu [email protected]#$% te Amaaaa”

Um job seu inesquecível:

Sem dúvida, a Maratona Fotográfica UNIMED. Eu e meu antigo sócio percorremos durante 6 meses, quase todos os finais de semana, o estado de Santa Catarina, para captações de um banco de imagens incrível. O resultado foi tão bacana, que serviu de base para meu projeto de conclusão da pós-graduação em fotografia da UNIVALI.

Um job (de um funcionário) inesquecível:

Missão impossível! Eu seria injusto se escolhesse apenas um.

Um vídeo de uma propaganda épica:

Putz… mais uma vez uma sinuca de bico. Mas nessa vou me permitir cometer alguma injustiça. Como vivenciei um pouco dos anos 80, onde a TV reinava absoluta como o canal de mídia mais forte de todos vou escolher uma propaganda que me lembro até hoje. Um meninnho fazendo teste cego, encontrando o presunto Sadia pelo sabor… Épicooo https://www.youtube.com/watch?v=GXI-_6_1np0

Uma novela (ele sabe tudo sobre novelas): 

Se for Antiga… Roque Santeiro (um clássico). Das mais recentes… A Favorita (Inesquecível Flora e Donatela)

Um personagem (filme/quadrinhos/desenhos/novelas):

O Batman.  Mesmo sendo um ser humano “normal” consegue bater de frente com gente de outros planetas cheio de poderes. Definitivamente ele é fodão!!

Um digital influencer: 

Independente do segmento, fico bem impressionado com os números do HUGO GLOSS

Séries do momento:

NARCOS e The Crown, top!! Mas Game of Thrones, topíssimo!!

Um livro para ler na praia:

To amarradão no livro da Sonia Bridi chamado LAOWAI. Perfeito pra quem curte viajar. Ela narra o período que esteve na China como correspondente da Globo em 2005, um período que o país se preparava para receber as olimpíadas mas ainda tinha muitas barreiras culturais com os estrangeiros.

Dark side ou Jedi? 

Jedi óbvio… O bem sempre vence o mal né!

O lugar mais legal que já fotografou:

De novo vou cometer injustiças, mas tá… A itália.

Uma cidade inesquecível:

Sério que só pode uma? Paris

Um sonho profissional ainda não realizado:

Não sei se chamaria isso de sonho, mas um objetivo. Proporcionar cada vez condições melhores (sim estamos falando de din din) para que todos realizem seus sonhos. Seja de viajar, casar, criar seus filhos de uma maneira confortável, comprar seu automóvel, comprar sua casa, etc… Correu uma lágrima aqui (rs)

Um petisquinho massa pra beliscar domingo à tarde:

A tradicional Pipoca né!!! Mas.. na falta de… um Cheetos Requeijão cai muito bem.

Um recado para a Maria: 

Maria, a Labrador e Nina, a poodle. Sempre esquecem da Nina. Sem recados, só uma constatação. As vezes me pego completamente retardado por minhas cadelas, tamanho o amor que tenho por elas… Entendedores entenderão (rs)

Maria e Nina
[email protected]